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Homem que espancou companheira até a morte no Piauí é condenado a 25 anos

O Tribunal do Júri de Bom Jesus condenou, nesta quinta-feira (16), Annerson Souza Pinheiro a 25 anos, 5 meses e 7 dias de prisão pelos crimes de feminicídio qualificado e fraude processual. A sessão teve atuação do Ministério Público do Estado do Piauí (MPPI), que sustentou a acusação.

Segundo o MPPI, o crime ocorreu em 30 de setembro de 2024, quando a vítima, Edina Matias Dias Lima, foi agredida pelo companheiro e morreu em decorrência das lesões.

Durante o julgamento, a promotora de Justiça Lícia Cunha Rios defendeu a condenação por homicídio qualificado, sustentando as qualificadoras de feminicídio e de meio cruel. A acusação também apontou que o réu alterou a cena do crime ao limpar vestígios de sangue e materiais utilizados para remover evidências, com o objetivo de dificultar o trabalho da perícia.

Após os debates, o Conselho de Sentença acolheu integralmente a tese do Ministério Público e reconheceu a autoria e a materialidade dos crimes, além das qualificadoras apresentadas pela acusação.

Além da pena pelo feminicídio, o réu também foi condenado pelo crime de fraude processual, em razão da alteração do local do crime para dificultar as investigações.

Relembre o caso

Edina Matias Dias Lima foi encontrada morta dentro da residência onde morava com o companheiro, no bairro Morro do Freio, em Bom Jesus, no Sul do Piauí.

Na ocasião, vizinhos acionaram a Polícia Militar após ouvirem uma discussão entre o casal. Quando chegaram ao imóvel, os policiais encontraram a vítima caída, com lesões no rosto. O suspeito foi preso em flagrante.

Durante as investigações, a Polícia Civil informou que havia indícios de que o local do crime havia sido limpo antes da chegada das equipes policiais, circunstância que também embasou a acusação pelo crime de fraude processual.

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J Camposhttp://blogdagrandemarcolandia.com.br
Jota Campos é um nome que se confunde com a história do rádio no sertão pernambucano. Com duas décadas de dedicação, construiu uma trajetória marcada pela paixão pela comunicação. Iniciou sua carreira na tradicional Rádio Grande Serra AM, onde deu os primeiros passos como apresentador. Logo se destacou pela voz firme e pelo carisma que conquistava ouvintes de todas as idades. Na Arari FM, ampliou sua presença, levando informação e entretenimento às comunidades locais. Sua versatilidade permitiu transitar entre programas jornalísticos e musicais com naturalidade. Na Estação Sat, mostrou habilidade em lidar com transmissões modernas e dinâmicas. O público reconhecia nele não apenas um radialista, mas um companheiro diário. Na Arco Íris FM, reforçou sua imagem de comunicador popular e acessível. Sempre atento às demandas da audiência, buscava aproximar o rádio da vida cotidiana. Na Araripina FM, consolidou-se como referência regional. Sua voz tornou-se símbolo de credibilidade e proximidade com o povo. Ao longo dos anos, Jota Campos cultivou uma relação de respeito com colegas e ouvintes. Participou de coberturas importantes, dando voz às notícias que marcaram a região. Também valorizou a cultura local, promovendo artistas e tradições sertanejas. Seu estilo de apresentação mesclava profissionalismo e espontaneidade. Essa combinação fez dele um comunicador querido e respeitado. Duas décadas de rádio representam não apenas experiência, mas legado. Jota Campos é parte viva da memória radiofônica do sertão. Sua história inspira novos comunicadores a seguirem o caminho da paixão pelo rádio.
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