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Laudo descarta violência sexual e aponta que bebê de 10 meses morreu por asfixia no Ceará

Estado do Ceará (Pefoce) concluiu que a bebê de 10 meses encontrada morta em Fortaleza, na última segunda-feira (13/7), não foi vítima de estupro. O exame, divulgado nesta sexta-feira (17/7), apontou que Helena Almeida morreu asfixiada, contrariando a informação divulgada inicialmente pelo hospital que atendeu a vítima.

“Foram realizados exames laboratoriais de alcoolemia e de drogas no sangue, que não constataram a presença dessas substâncias nas amostras coletadas na criança. Os exames realizados pela Pefoce também não constataram presença de sêmen e não indicaram presença de material genético dos dois homens envolvidos na ocorrência no corpo dela. O exame sexológico apontou que não houve violência sexual”, informou a Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social do Ceará (SSPDS), em nota, nesta sexta (17/7).

A hipótese de violência sexual havia levado à prisão em flagrante de dois homens, autuados inicialmente pelo crime de estupro. Com o resultado da perícia, a SSPDS informa que a principal linha de investigação passa a ser a morte por asfixia.

Em nota, a Polícia Civil do Ceará afirmou que as prisões em flagrante de Francisco Ray Magalhães, de 22 anos, que tinha um relacionamento com a mãe da vítima, e Roberto Levy Magalhães, de 26 anos, primo dele, foram realizadas com base em um relatório elaborado pela equipe médica do hospital particular onde a bebê foi atendida.

O documento, assinado por quatro médicos emergencistas pediátricos e dois cardiologistas, apontava indícios compatíveis com violência sexual, o que motivou a autuação inicial.

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J Camposhttp://blogdagrandemarcolandia.com.br
Jota Campos é um nome que se confunde com a história do rádio no sertão pernambucano. Com duas décadas de dedicação, construiu uma trajetória marcada pela paixão pela comunicação. Iniciou sua carreira na tradicional Rádio Grande Serra AM, onde deu os primeiros passos como apresentador. Logo se destacou pela voz firme e pelo carisma que conquistava ouvintes de todas as idades. Na Arari FM, ampliou sua presença, levando informação e entretenimento às comunidades locais. Sua versatilidade permitiu transitar entre programas jornalísticos e musicais com naturalidade. Na Estação Sat, mostrou habilidade em lidar com transmissões modernas e dinâmicas. O público reconhecia nele não apenas um radialista, mas um companheiro diário. Na Arco Íris FM, reforçou sua imagem de comunicador popular e acessível. Sempre atento às demandas da audiência, buscava aproximar o rádio da vida cotidiana. Na Araripina FM, consolidou-se como referência regional. Sua voz tornou-se símbolo de credibilidade e proximidade com o povo. Ao longo dos anos, Jota Campos cultivou uma relação de respeito com colegas e ouvintes. Participou de coberturas importantes, dando voz às notícias que marcaram a região. Também valorizou a cultura local, promovendo artistas e tradições sertanejas. Seu estilo de apresentação mesclava profissionalismo e espontaneidade. Essa combinação fez dele um comunicador querido e respeitado. Duas décadas de rádio representam não apenas experiência, mas legado. Jota Campos é parte viva da memória radiofônica do sertão. Sua história inspira novos comunicadores a seguirem o caminho da paixão pelo rádio.
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