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Justiça manda soltar dois suspeitos por morte de jovem em salto de rope jump em SP

A Justiça determinou, nesta quarta-feira (8), a soltura de dois investigados pela morte de Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, jovem que morreu após ser lançada sem estar presa às cordas de segurança durante um salto de rope jump, em Limeira, no interior de São Paulo.

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Justiça manda soltar dois suspeitos por morte de jovem em salto de rope jump em SP

Decisão aponta falta de indícios suficientes contra os investigados; outras quatro pessoas permanecem presas e respondem pelo caso

Por

Pâmela ChavesJornalista

• 09/07/2026 09:49

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  • Justiça solta dois investigados por morte de jovem em salto de rope jump em Limeira.
  • Quatro suspeitos seguem presos e foram denunciados pelo Ministério Público.
  • Três acusados responderam por homicídio com dolo eventual e negligência.
  • Evelyne Dossantos foi acusada de homicídio e tentativa de obstruir investigação.
  • Maria Eduarda morreu após ser lançada da ponte sem estar presa às cordas.

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Justiça revogou a prisão temporária de dois investigados pela morte de Maria Eduarda durante salto de rope jump em Limeira | Foto: Reprodução

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A Justiça determinou, nesta quarta-feira (8), a soltura de dois investigados pela morte de Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, jovem que morreu após ser lançada sem estar presa às cordas de segurança durante um salto de rope jump, em Limeira, no interior de São Paulo.

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A liberdade foi concedida a João Antonio Pivetta Ribeiro da Silva e Gabriel Barros Martins, que estavam presos temporariamente desde o dia 20 de junho. Na decisão, a Justiça considerou que não há indícios suficientes de autoria contra os dois, motivo pelo qual eles também não foram indiciados no inquérito.

Enquanto João Antonio e Gabriel foram liberados, outras quatro pessoas permanecem presas e foram denunciadas pelo Ministério Público de São Paulo. São elas: Luís Felipe Feliciano Egoroff, Maicon Fernandes Cintra, Vitor de Freitas Gonçalves e Evelyne Dossantos Gonçalves.

Luís Felipe, Maicon e Vitor respondem por homicídio com dolo eventual, qualificado por motivo torpe e por recurso que impossibilitou a defesa da vítima. Segundo o Ministério Público, os três tinham conhecimento dos riscos da atividade, mas deixaram de adotar as medidas necessárias para garantir a segurança da jovem.

De acordo com as investigações, eles participaram diretamente do momento em que Maria Eduarda foi lançada da ponte, razão pela qual foram presos em flagrante e tiveram as prisões convertidas em preventivas.

Já Evelyne Dossantos Gonçalves foi denunciada por homicídio e fraude processual. Conforme o Ministério Público, ela teria tentado retirar a câmera presa ao corpo da vítima para dificultar a investigação. A mulher também era responsável pela logística, captação de clientes e divulgação da empresa, tendo, segundo a acusação, o dever de assegurar os padrões mínimos de segurança da atividade.

Ao todo, oito pessoas foram investigadas no caso. Além dos dois suspeitos liberados pela Justiça, outros dois investigados tiveram o arquivamento do procedimento, por enquanto.

Relembre o caso

Maria Eduarda Rodrigues de Freitas procurou a empresa para realizar um salto de rope jump, mas acabou sendo lançada da ponte sem estar conectada à corda de segurança. O acidente foi registrado por testemunhas, que gravaram o momento em que perceberam a falha no equipamento e passaram a gritar.

Após o ocorrido, pessoas que estavam no local iniciaram manobras de reanimação cardiopulmonar (RCP) até a chegada de equipes do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). Apesar dos esforços, a jovem morreu ainda no local em decorrência de politraumatismo.

O velório de Maria Eduarda foi realizado no dia seguinte ao acidente, no Cemitério Municipal de Jandira, na Grande São Paul

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J Camposhttp://blogdagrandemarcolandia.com.br
Jota Campos é um nome que se confunde com a história do rádio no sertão pernambucano. Com duas décadas de dedicação, construiu uma trajetória marcada pela paixão pela comunicação. Iniciou sua carreira na tradicional Rádio Grande Serra AM, onde deu os primeiros passos como apresentador. Logo se destacou pela voz firme e pelo carisma que conquistava ouvintes de todas as idades. Na Arari FM, ampliou sua presença, levando informação e entretenimento às comunidades locais. Sua versatilidade permitiu transitar entre programas jornalísticos e musicais com naturalidade. Na Estação Sat, mostrou habilidade em lidar com transmissões modernas e dinâmicas. O público reconhecia nele não apenas um radialista, mas um companheiro diário. Na Arco Íris FM, reforçou sua imagem de comunicador popular e acessível. Sempre atento às demandas da audiência, buscava aproximar o rádio da vida cotidiana. Na Araripina FM, consolidou-se como referência regional. Sua voz tornou-se símbolo de credibilidade e proximidade com o povo. Ao longo dos anos, Jota Campos cultivou uma relação de respeito com colegas e ouvintes. Participou de coberturas importantes, dando voz às notícias que marcaram a região. Também valorizou a cultura local, promovendo artistas e tradições sertanejas. Seu estilo de apresentação mesclava profissionalismo e espontaneidade. Essa combinação fez dele um comunicador querido e respeitado. Duas décadas de rádio representam não apenas experiência, mas legado. Jota Campos é parte viva da memória radiofônica do sertão. Sua história inspira novos comunicadores a seguirem o caminho da paixão pelo rádio.
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