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Mosca-branca atinge produção de caju em Santo Antônio de Lisboa, Francisco Santos e Monsenhor Hipólito

Foto: Ascom/Sada
Foto: Ascom/Sada

A infestação da mosca-branca do cajueiro tem causado prejuízos aos produtores rurais de Santo Antônio de Lisboa, no semiárido piauiense. Segundo a Secretaria Municipal de Agricultura, a praga já atinge cerca de 90% da produção de caju no município e foi registrada em todos os povoados da cidade.

Além de Santo Antônio de Lisboa, a infestação também já alcança áreas dos municípios de Francisco Santos e Monsenhor Hipólito, ampliando a preocupação com os impactos sobre a cajucultura na região.

Diante do avanço da praga, a Secretaria da Assistência Técnica e Defesa Agropecuária (Sada) realizou, na última segunda-feira (27), uma reunião com a Agência de Defesa Agropecuária do Piauí (Adapi) e a Secretaria Municipal de Agricultura de Santo Antônio de Lisboa para definir um plano integrado de enfrentamento.

O encontro reuniu técnicos dos órgãos para discutir estratégias de monitoramento, manejo e orientação aos produtores rurais. O objetivo é conter a disseminação da mosca-branca e reduzir os prejuízos à produção de caju e à apicultura, atividade que também sofre os efeitos da infestação.

O secretário da Sada, João Rodrigues, afirmou que o cenário exige uma atuação conjunta entre o Estado e os municípios.

“Estamos traçando as linhas mestras para a atuação conjunta da Sada, da Adapi e da Prefeitura. É um problema que já merece uma preocupação ainda maior, porque temos informações de uma queda significativa na área cultivada de caju. Além da importância econômica da cajucultura, a atividade também está diretamente ligada à apicultura, que igualmente sofre os impactos da praga. Nosso objetivo é desenvolver uma ação organizada, sustentável e baseada nas orientações técnicas”, destacou.

João Rodrigues alertou que, sem medidas de controle, a infestação pode comprometer a produção de caju na região e provocar impactos econômicos para as cidades produtoras.

“Se continuar assim, nós vamos ter um colapso da cultura do caju, que é uma importante fonte de renda para aqueles municípios. Então, é uma preocupação do Governo. Já tratamos isso anteriormente, mas, acima de tudo, temos que deixar implantada a cultura do manejo e do cuidado preventivo, para que não precisemos combater a praga depois que ela já estiver instalada”, afirmou.

O secretário municipal de Agricultura de Santo Antônio de Lisboa, Ualekson Almeida, disse que a parceria entre os órgãos é fundamental para conter o avanço da praga.

“A mosca-branca vem dizimando a produção de caju em nosso município e avança rapidamente para outras regiões. Ficamos muito satisfeitos em contar com o apoio da Sada e da Adapi nessa luta. A partir desta reunião, definimos metas para enfrentar esse problema e proteger nossos produtores”, ressaltou. 

Já o gerente de Defesa Vegetal da Adapi, Ozael Valério, explicou que o órgão será responsável por coordenar as ações fitossanitárias e orientar os produtores.

“A Adapi participará do monitoramento das áreas afetadas, da educação sanitária e da adoção das medidas necessárias para controlar a praga. Nosso objetivo é evitar o aumento dos prejuízos, reduzir a mortalidade das plantas e impedir a expansão da infestação para outras áreas produtoras”, disse. 

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J Camposhttp://blogdagrandemarcolandia.com.br
Jota Campos é um nome que se confunde com a história do rádio no sertão pernambucano. Com duas décadas de dedicação, construiu uma trajetória marcada pela paixão pela comunicação. Iniciou sua carreira na tradicional Rádio Grande Serra AM, onde deu os primeiros passos como apresentador. Logo se destacou pela voz firme e pelo carisma que conquistava ouvintes de todas as idades. Na Arari FM, ampliou sua presença, levando informação e entretenimento às comunidades locais. Sua versatilidade permitiu transitar entre programas jornalísticos e musicais com naturalidade. Na Estação Sat, mostrou habilidade em lidar com transmissões modernas e dinâmicas. O público reconhecia nele não apenas um radialista, mas um companheiro diário. Na Arco Íris FM, reforçou sua imagem de comunicador popular e acessível. Sempre atento às demandas da audiência, buscava aproximar o rádio da vida cotidiana. Na Araripina FM, consolidou-se como referência regional. Sua voz tornou-se símbolo de credibilidade e proximidade com o povo. Ao longo dos anos, Jota Campos cultivou uma relação de respeito com colegas e ouvintes. Participou de coberturas importantes, dando voz às notícias que marcaram a região. Também valorizou a cultura local, promovendo artistas e tradições sertanejas. Seu estilo de apresentação mesclava profissionalismo e espontaneidade. Essa combinação fez dele um comunicador querido e respeitado. Duas décadas de rádio representam não apenas experiência, mas legado. Jota Campos é parte viva da memória radiofônica do sertão. Sua história inspira novos comunicadores a seguirem o caminho da paixão pelo rádio.
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