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Anuário: Piauí reduz feminicídio, mas crimes sexuais e violência psicológica crescem

Foto: arquivo Cidadeverde
Foto: arquivo Cidadeverde

O Piauí reduziu o número de feminicídio no estado, no entanto, os novos dados do Anuário Brasileiro de Segurança Pública, divulgado nesta quinta-feira (23,) acendem um alerta para o crescimento de outras formas de violência de gênero, que atormentam as mulheres. Segundo a pesquisa, aumentou 31,1% os casos de stalking (perseguição) nas cidades piauienses, violência psicológica em 59% e em 34,1% os registros de estupros contra o sexo feminino. 

A publicação é elaborada anualmente pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública. É um dos mais importantes estudos no diagnóstico da violência no País. A edição deste ano aborda dados sobre 2025.

De acordo com o Anuário, o Piauí reduziu os casos de feminicídio em 7,8% e tentativas de feminicídios em 19%, comparando 2024 e 2025. Ano passado, 37 mulheres foram mortas, contra 40 vítimas no ano anterior. Outro dado é que o número de homicídio contra mulheres reduziu em 14,1%. 

Nos itens sobre violência doméstica, houve aumento 3,2% em lesão corporal dolosa, ameaças em 9,2%, stalking em 31,1% e violência psicológica em 59%. 

Em 2025, no Brasil foram registradas 8.864 tentativas de homicídio e feminicídio no país, o equivalente a 24 mulheres por dia ou aproximadamente uma vítima por hora.

Estupros

A violência sexual é outro dado preocupante, principalmente quanto aos estupros. 

Segundo o Anuário, os estupros ao sexo feminino cresceram 34% as mulheres adultas, enquanto elevou em 4,9% as vítimas criança e adolescente. 

Em relação aos assédios sexuais teve um aumento de 27,7% e importunação sexual elevou para 25,1%. 

O Brasil registrou 84.388 casos de estupro e estupro de vulnerável. O número equivale a uma ocorrência a cada seis minutos, sendo que o crime atinge de forma avassaladora meninas, crianças e adolescentes que, em cerca de 96% dos casos, são abusadas dentro de casa por familiares ou conhecidos.

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Como buscar ajuda

Mulheres em situação de violência podem procurar atendimento pelos seguintes canais:

  • Ligue 180 — Central de Atendimento à Mulher, com funcionamento 24 horas;
  • 190 — Polícia Militar, em casos de emergência;
  • WhatsApp JuLIA Sentinela: (86) 98128-8015, para solicitação de medidas protetivas;
  • WhatsApp “Ei, Mermã, Não Se Cale”: 0800 000 1673;
  • Delegacias Especializadas de Atendimento à Mulher (DEAMs) e Plantão de Gênero 24 horas, em Teresina;
  • Aplicativo Salve Maria, para acionamento rápido da rede de proteção.
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J Camposhttp://blogdagrandemarcolandia.com.br
Jota Campos é um nome que se confunde com a história do rádio no sertão pernambucano. Com duas décadas de dedicação, construiu uma trajetória marcada pela paixão pela comunicação. Iniciou sua carreira na tradicional Rádio Grande Serra AM, onde deu os primeiros passos como apresentador. Logo se destacou pela voz firme e pelo carisma que conquistava ouvintes de todas as idades. Na Arari FM, ampliou sua presença, levando informação e entretenimento às comunidades locais. Sua versatilidade permitiu transitar entre programas jornalísticos e musicais com naturalidade. Na Estação Sat, mostrou habilidade em lidar com transmissões modernas e dinâmicas. O público reconhecia nele não apenas um radialista, mas um companheiro diário. Na Arco Íris FM, reforçou sua imagem de comunicador popular e acessível. Sempre atento às demandas da audiência, buscava aproximar o rádio da vida cotidiana. Na Araripina FM, consolidou-se como referência regional. Sua voz tornou-se símbolo de credibilidade e proximidade com o povo. Ao longo dos anos, Jota Campos cultivou uma relação de respeito com colegas e ouvintes. Participou de coberturas importantes, dando voz às notícias que marcaram a região. Também valorizou a cultura local, promovendo artistas e tradições sertanejas. Seu estilo de apresentação mesclava profissionalismo e espontaneidade. Essa combinação fez dele um comunicador querido e respeitado. Duas décadas de rádio representam não apenas experiência, mas legado. Jota Campos é parte viva da memória radiofônica do sertão. Sua história inspira novos comunicadores a seguirem o caminho da paixão pelo rádio.
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