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Investigações da Polícia Civil prosseguem sobre morte de criança de 3 anos após afogamento em Uruçuí

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Uma mulher de 42 anos foi conduzida à Delegacia de Polícia Civil de Pio IX na tarde desta segunda-feira (13), após agredir um estudante de 12 anos, diagnosticado com Transtorno do Espectro Autista (TEA), dentro de uma escola localizada na comunidade Covadonga/Divisa, zona rural do município.

De acordo com informações do Grupamento da Polícia Militar (GPM), a ocorrência foi registrada por volta das 15h30, após a direção da unidade de ensino acionar a guarnição para informar que uma mulher, mãe de outro aluno da escola, havia invadido as dependências da instituição e agredido fisicamente o adolescente.

A escola está situada a aproximadamente 64 quilômetros da sede de Pio IX, e a equipe policial deslocou-se imediatamente até o local para atender à ocorrência.

Segundo a Polícia Militar, durante a agressão a mulher portava um canivete, que caiu ao chão no momento da ação e não chegou a ser utilizado. Em decorrência das agressões, o estudante sofreu lesões em diferentes partes do corpo, inclusive na região do pescoço, e caiu ao solo, sendo socorrido por pessoas que estavam na escola.

Após confirmar a ocorrência, os agentes realizaram diligências e localizaram a suspeita nas proximidades de sua residência. Ela foi conduzida à Delegacia de Polícia Civil juntamente com o canivete apreendido.

O comandante do GPM de Pio IX, sargento Joelson Nascimento, informou que as imagens do sistema de videomonitoramento da escola, que registraram toda a ação, foram recolhidas e entregues à Polícia Civil para auxiliar nas investigações. Ainda segundo o comandante, durante todo o procedimento de condução e apresentação à autoridade policial, a mulher optou por permanecer em silêncio.

Após a análise dos fatos, a Polícia Civil lavrou um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO) pela suposta prática do crime de lesão corporal dolosa, previsto no artigo 129 do Código Penal. Concluídos os procedimentos legais, a mulher foi liberada.

O caso seguirá sob investigação da Polícia Civil, que deverá apurar as circunstâncias e a motivação da agressão registrada no ambiente escolar.

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J Camposhttp://blogdagrandemarcolandia.com.br
Jota Campos é um nome que se confunde com a história do rádio no sertão pernambucano. Com duas décadas de dedicação, construiu uma trajetória marcada pela paixão pela comunicação. Iniciou sua carreira na tradicional Rádio Grande Serra AM, onde deu os primeiros passos como apresentador. Logo se destacou pela voz firme e pelo carisma que conquistava ouvintes de todas as idades. Na Arari FM, ampliou sua presença, levando informação e entretenimento às comunidades locais. Sua versatilidade permitiu transitar entre programas jornalísticos e musicais com naturalidade. Na Estação Sat, mostrou habilidade em lidar com transmissões modernas e dinâmicas. O público reconhecia nele não apenas um radialista, mas um companheiro diário. Na Arco Íris FM, reforçou sua imagem de comunicador popular e acessível. Sempre atento às demandas da audiência, buscava aproximar o rádio da vida cotidiana. Na Araripina FM, consolidou-se como referência regional. Sua voz tornou-se símbolo de credibilidade e proximidade com o povo. Ao longo dos anos, Jota Campos cultivou uma relação de respeito com colegas e ouvintes. Participou de coberturas importantes, dando voz às notícias que marcaram a região. Também valorizou a cultura local, promovendo artistas e tradições sertanejas. Seu estilo de apresentação mesclava profissionalismo e espontaneidade. Essa combinação fez dele um comunicador querido e respeitado. Duas décadas de rádio representam não apenas experiência, mas legado. Jota Campos é parte viva da memória radiofônica do sertão. Sua história inspira novos comunicadores a seguirem o caminho da paixão pelo rádio.
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