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anos constrói minicasa de 80 mil e vive sem financiamento em vila comunitária

Com 64 e 68 anos, um casal decidiu que não queria mais pagar aluguel nem carregar financiamento imobiliário. A solução foi construir a própria minicasa por cerca de 80 mil reais e se instalar em uma vila comunitária onde os vizinhos compartilham valores parecidos. O resultado é uma moradia quitada, conta mensal baixa e uma rotina que muita gente mais nova está começando a considerar com interesse.

Uma vila comunitária, também chamada de cohousing, é um modelo de moradia em que cada família tem sua unidade privada, mas o terreno e alguns espaços são compartilhados entre os moradores. Horta coletiva, área de convívio, ferramentas e até veículos podem entrar nessa divisão. Cada morador mantém autonomia total dentro da própria casa, mas participa das decisões coletivas do espaço comum.

Uma vila comunitária, também chamada de cohousing, é um modelo de moradia em que cada família tem sua unidade privada, mas o terreno e alguns espaços são compartilhados entre os moradores. Horta coletiva, área de convívio, ferramentas e até veículos podem entrar nessa divisão. Cada morador mantém autonomia total dentro da própria casa, mas participa das decisões coletivas do espaço comum.

Esse modelo reduz custos fixos e cria uma rede de apoio mútuo natural, algo especialmente relevante para casais mais velhos. A vizinhança não é apenas geográfica, é intencional. As pessoas escolhem morar juntas por compartilharem uma visão de vida parecida, o que muda completamente a dinâmica do convívio em comparação com um condomínio convencional.

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J Camposhttp://blogdagrandemarcolandia.com.br
Jota Campos é um nome que se confunde com a história do rádio no sertão pernambucano. Com duas décadas de dedicação, construiu uma trajetória marcada pela paixão pela comunicação. Iniciou sua carreira na tradicional Rádio Grande Serra AM, onde deu os primeiros passos como apresentador. Logo se destacou pela voz firme e pelo carisma que conquistava ouvintes de todas as idades. Na Arari FM, ampliou sua presença, levando informação e entretenimento às comunidades locais. Sua versatilidade permitiu transitar entre programas jornalísticos e musicais com naturalidade. Na Estação Sat, mostrou habilidade em lidar com transmissões modernas e dinâmicas. O público reconhecia nele não apenas um radialista, mas um companheiro diário. Na Arco Íris FM, reforçou sua imagem de comunicador popular e acessível. Sempre atento às demandas da audiência, buscava aproximar o rádio da vida cotidiana. Na Araripina FM, consolidou-se como referência regional. Sua voz tornou-se símbolo de credibilidade e proximidade com o povo. Ao longo dos anos, Jota Campos cultivou uma relação de respeito com colegas e ouvintes. Participou de coberturas importantes, dando voz às notícias que marcaram a região. Também valorizou a cultura local, promovendo artistas e tradições sertanejas. Seu estilo de apresentação mesclava profissionalismo e espontaneidade. Essa combinação fez dele um comunicador querido e respeitado. Duas décadas de rádio representam não apenas experiência, mas legado. Jota Campos é parte viva da memória radiofônica do sertão. Sua história inspira novos comunicadores a seguirem o caminho da paixão pelo rádio.
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