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Piauí é o 3º estado com mais avisos de desmatamento no Cerrado, aponta Inpe

O Piauí ocupou a terceira posição entre os estados monitorados pelo sistema DETER no bioma Cerrado, com 592,04 km² de área sob avisos de desmatamento. Os dados foram divulgados nesta sexta-feira (10) pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), na plataforma Terra Brasilis, e são referentes ao Sistema de Detecção de Desmatamento em Tempo Real (Deter) em monitoramento que vai de julho de 2025 a julho deste ano.

Entre os estados com maiores registros, à frente do Piauí aparecem o Maranhão, com 1.316,68 km², e o Tocantins, com 1.202,24 km². Em seguida vêm a Bahia, com 534,49 km², e Mato Grosso, com 527,12 km².

No recorte municipal, Baixa Grande do Ribeiro, no Sul do Piauí, se destacou com 89,92 km² de área sob avisos de desmatamento, ocupando a quinta posição entre todos os municípios dos doze estados que compõem o Cerrado e a maior marca registrada no Piauí.

Baixa Grande do Ribeiro é o município que mais tem se destacado, ano após ano, pelo avanço do agronegócio no Piauí. Foi também ali que se concentrou o maior número de avisos de desmatamento dentro de uma unidade de conservação ambiental do estado: a Estação Ecológica Uruçuí-Una, que registrou 22,96 km² de sua área sob alertas. O território foi alvo recente de uma decisão obtida pelo Ministério Público Federal (MPF) para resguardar áreas do parque contra a grilagem de terras.

Entre as demais áreas protegidas do Piauí, destaca-se a Área de Proteção Ambiental Serra da Ibiapaba, com 23,70 km² sob avisos de desmatamento. Os números indicam que, embora o estado não concentre as maiores áreas sob alerta em unidades de conservação do Cerrado, algumas de suas áreas protegidas também vêm sendo monitoradas com registros pelo sistema Deter.

O Deter emite avisos diários de supressão, desmatamento e degradação da vegetação nativa, produzidos a partir de imagens dos sensores WFI a bordo dos satélites CBERS-04, CBERS-04A e Amazônia-1. Seu objetivo é subsidiar as ações de fiscalização e controle realizadas pelos órgãos competentes. Por suas características operacionais, os avisos não constituem uma taxa mensal de desmatamento: eles indicam uma tendência do comportamento do desmatamento no período monitorado.

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J Camposhttp://blogdagrandemarcolandia.com.br
Jota Campos é um nome que se confunde com a história do rádio no sertão pernambucano. Com duas décadas de dedicação, construiu uma trajetória marcada pela paixão pela comunicação. Iniciou sua carreira na tradicional Rádio Grande Serra AM, onde deu os primeiros passos como apresentador. Logo se destacou pela voz firme e pelo carisma que conquistava ouvintes de todas as idades. Na Arari FM, ampliou sua presença, levando informação e entretenimento às comunidades locais. Sua versatilidade permitiu transitar entre programas jornalísticos e musicais com naturalidade. Na Estação Sat, mostrou habilidade em lidar com transmissões modernas e dinâmicas. O público reconhecia nele não apenas um radialista, mas um companheiro diário. Na Arco Íris FM, reforçou sua imagem de comunicador popular e acessível. Sempre atento às demandas da audiência, buscava aproximar o rádio da vida cotidiana. Na Araripina FM, consolidou-se como referência regional. Sua voz tornou-se símbolo de credibilidade e proximidade com o povo. Ao longo dos anos, Jota Campos cultivou uma relação de respeito com colegas e ouvintes. Participou de coberturas importantes, dando voz às notícias que marcaram a região. Também valorizou a cultura local, promovendo artistas e tradições sertanejas. Seu estilo de apresentação mesclava profissionalismo e espontaneidade. Essa combinação fez dele um comunicador querido e respeitado. Duas décadas de rádio representam não apenas experiência, mas legado. Jota Campos é parte viva da memória radiofônica do sertão. Sua história inspira novos comunicadores a seguirem o caminho da paixão pelo rádio.
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