
No centro das suspeitas envolvendo a relação do senador Jaques Wagner (PT-BA) com o banqueiro Augusto Lima, ex-sócio do Banco Master, um apartamento de R$ 2,45 milhões em Salvador tem por trás uma empresa administrada por um ex-metalúrgico que era dono de oficinas mecânicas em São Paulo. A Polícia Federal (PF) aponta que o imóvel foi destinado como “vantagem indevida” ao parlamentar em troca de atuação política no Congresso.




