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16 mulheres trans estão mantidas em cadeias masculinas no Piauí, aponta levantamento

Pelo menos 24 pessoas transexuais – que não se identificam com o sexo que lhes foi atribuído no nascimento – estão em unidades prisionais do Piauí, segundo levantamento da Defensoria Pública do Estado (DPE) divulgado na quinta-feira (2). Do total, 16 são mulheres transexuais mantidas em presídios masculinos e seis são homens transexuais custodiados na Penitenciária Feminina de Teresina

Segundo a DPE, os dados foram obtidos a partir de uma relação encaminhada pela Secretaria da Justiça (Sejus). O órgão destaca que os números podem ser maiores, uma vez que “pessoas LGBTQIA+ deixam de formalizar sua identidade de gênero por receio de perseguições, discriminação, violência, exposição indevida, retaliações ou do agravamento de sua condição de vulnerabilidade dentro das unidades prisionais”.

O g1 buscou a Sejus para obter um posicionamento e aguarda resposta.

Junto ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ), a DPE protocolou um pedido por medidas relacionadas à garantia de direitos das pessoas LGBTQIA+ encarceradas.

Entre as reivindicações, está a consulta a pessoas transexuais e travestis sobre a preferência por unidade masculina ou feminina para cumprimento da pena e o uso do nome social por autodeclaração, inclusive em prontuários, registros administrativos e comunicações oficiais. O documento solicita ainda que a escuta realizada pela Sejus seja individualizada.

O pedido foi protocolado após uma mulher transexual conseguir, em junho deste ano, o direito à prisão domiciliar após não ser transferida para uma unidade feminina e ser mantida em presídios masculinos no Piauí. Na decisão, a 1ª Câmara Especializada Criminal considerou o direito à identidade de gênero e entendeu que a situação violava garantias fundamentais, principalmente a integridade física e psicológica da detenta.

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J Camposhttp://blogdagrandemarcolandia.com.br
Jota Campos é um nome que se confunde com a história do rádio no sertão pernambucano. Com duas décadas de dedicação, construiu uma trajetória marcada pela paixão pela comunicação. Iniciou sua carreira na tradicional Rádio Grande Serra AM, onde deu os primeiros passos como apresentador. Logo se destacou pela voz firme e pelo carisma que conquistava ouvintes de todas as idades. Na Arari FM, ampliou sua presença, levando informação e entretenimento às comunidades locais. Sua versatilidade permitiu transitar entre programas jornalísticos e musicais com naturalidade. Na Estação Sat, mostrou habilidade em lidar com transmissões modernas e dinâmicas. O público reconhecia nele não apenas um radialista, mas um companheiro diário. Na Arco Íris FM, reforçou sua imagem de comunicador popular e acessível. Sempre atento às demandas da audiência, buscava aproximar o rádio da vida cotidiana. Na Araripina FM, consolidou-se como referência regional. Sua voz tornou-se símbolo de credibilidade e proximidade com o povo. Ao longo dos anos, Jota Campos cultivou uma relação de respeito com colegas e ouvintes. Participou de coberturas importantes, dando voz às notícias que marcaram a região. Também valorizou a cultura local, promovendo artistas e tradições sertanejas. Seu estilo de apresentação mesclava profissionalismo e espontaneidade. Essa combinação fez dele um comunicador querido e respeitado. Duas décadas de rádio representam não apenas experiência, mas legado. Jota Campos é parte viva da memória radiofônica do sertão. Sua história inspira novos comunicadores a seguirem o caminho da paixão pelo rádio.
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