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Corregedoria apura conduta de PMs após morte de homem que atacou e feriu dois policiais com facão no PI

A Corregedoria da Polícia Militar do Piauí instaurou inquérito para apurar a conduta dos policiais militares envolvidos na morte de Carlito da Silva Santos, homem de 47 anos que foi baleado após atacar e ferir com um facão dois agentes em Campo Maior, Norte do Piauí. Vídeos registrados por testemunhas mostram a ação

Em nota, a Polícia Militar informou que para conter o homem, foram realizadas tentativas de negociação verbais e que foram utilizados inicialmente meios considerados menos letais, como taser (arma de eletrochoque) e balas de borracha. O órgão também lamentou o desfecho da ocorrência.

“Pelas imagens que eu vi, a polícia usou todas os recursos de progressão da força. Foi usada a pistola de eletrochoque e não deu certo. Foi usado elastômero, a bala de borracha, e não deu certo. Ao meu ver, foi legítima defesa dos policiais”, avaliou o corregedor da PMPI, coronel Newmarcos Basílio.

O caso ocorreu na sexta-feira (26). Segundo o 15º Batalhão da Polícia Militar, a equipe foi acionada após uma briga generalizada entre familiares. Ao chegarem no local, os policiais teriam sido surpreendidos por Carlito, que segurava um facão.

“Quando acontece esse tipo de confronto, seja nesse caso em específico ou em outro em que há morte, é feito de imediato um relatório circunstanciado. Esse relatório é encaminhado para um promotor militar e para um juiz militar e é aberto automaticamente um inquérito policial que vai apurar todo o fato, tudo que aconteceu”, explicou o coronel Newmarcos.

“A gente cumpre os prazos legais, nos tempos de investigação, e o juiz militar vai decidir se houve realmente o crime, se houve legítima defesa por conta dos policiais, se houve excesso”, completou.

A Polícia Militar do Piauí informa que, durante o atendimento de uma ocorrência registrada no município de Campo Maior, envolvendo um indivíduo portando arma branca e apresentando comportamento que representava ameaça concreta e iminente à integridade física de populares e dos policiais militares no local, foram adotados os protocolos operacionais previstos para gerenciamento da situação.

Conforme informações preliminares, a atuação policial ocorreu de forma progressiva, observando os princípios do Uso Diferenciado da Força e priorizando a preservação da vida. Inicialmente, foram realizadas verbalizações e tentativas de negociação com o objetivo de obter a rendição voluntária do indivíduo.

Diante da permanência da situação de risco, foram empregados instrumentos de menor potencial ofensivo, incluindo munição de elastômero e dispositivo eletrônico de incapacitação neuromuscular (TASER), em conformidade com os procedimentos técnicos aplicáveis.

Contudo, mesmo após o esgotamento das alternativas operacionais disponíveis, a ameaça permaneceu ativa e iminente, colocando em risco a integridade física dos policiais e das demais pessoas presentes. Nesse contexto, houve o emprego da força potencialmente letal como medida extrema para cessar a agressão e preservar vidas.

A Polícia Militar do Piauí lamenta o desfecho da ocorrência e reforça que toda perda de vida humana representa um resultado indesejado.

A Corporação reafirma que sua atuação é pautada pelos princípios da legalidade, necessidade, proporcionalidade, razoabilidade e responsabilidade, mantendo investimentos permanentes em capacitação profissional, treinamento continuado, gerenciamento de crises, técnicas de desescalonamento e emprego racional da força.

A PMPI informa ainda que serão adotados todos os procedimentos legais e administrativos cabíveis para apuração completa dos fatos, assegurando transparência, controle institucional e o devido esclarecimento das circunstâncias da ocorrência.

A Polícia Militar do Piauí permanece comprometida com a preservação da vida, a manutenção da ordem pública e o cumprimento de sua missão constitucional em defesa da sociedade piauiense.

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J Camposhttp://blogdagrandemarcolandia.com.br
Jota Campos é um nome que se confunde com a história do rádio no sertão pernambucano. Com duas décadas de dedicação, construiu uma trajetória marcada pela paixão pela comunicação. Iniciou sua carreira na tradicional Rádio Grande Serra AM, onde deu os primeiros passos como apresentador. Logo se destacou pela voz firme e pelo carisma que conquistava ouvintes de todas as idades. Na Arari FM, ampliou sua presença, levando informação e entretenimento às comunidades locais. Sua versatilidade permitiu transitar entre programas jornalísticos e musicais com naturalidade. Na Estação Sat, mostrou habilidade em lidar com transmissões modernas e dinâmicas. O público reconhecia nele não apenas um radialista, mas um companheiro diário. Na Arco Íris FM, reforçou sua imagem de comunicador popular e acessível. Sempre atento às demandas da audiência, buscava aproximar o rádio da vida cotidiana. Na Araripina FM, consolidou-se como referência regional. Sua voz tornou-se símbolo de credibilidade e proximidade com o povo. Ao longo dos anos, Jota Campos cultivou uma relação de respeito com colegas e ouvintes. Participou de coberturas importantes, dando voz às notícias que marcaram a região. Também valorizou a cultura local, promovendo artistas e tradições sertanejas. Seu estilo de apresentação mesclava profissionalismo e espontaneidade. Essa combinação fez dele um comunicador querido e respeitado. Duas décadas de rádio representam não apenas experiência, mas legado. Jota Campos é parte viva da memória radiofônica do sertão. Sua história inspira novos comunicadores a seguirem o caminho da paixão pelo rádio.
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