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Grupos de WhatsApp viram feirão ilegal de armas, drogas e veículos roubados

Grupos de WhatsApp com mais de 3.500 integrantes reúnem anúncios de armas, drogas, veículos adulterados, documentos falsificados, contas para aplicativos de transporte, medicamentos controlados, joias e animais silvestres. Em nove comunidades acessadas pela reportagem, quadrilhas oferecem produtos roubados e serviços ilegais em um mercado clandestino organizado por nichos e por regras internas. Com informações d’ O Globo.

As comunidades usam bandeiras vermelhas em referência ao Comando Vermelho e exigem que os participantes demonstrem “seriedade”, tratem os demais com respeito e se apresentem ao entrar. Em uma das descrições, administradores avisam que expulsam “fanfarrões” e proíbem divulgação de jogos de azar. A Polícia Civil informou que acompanha e investiga o uso de redes sociais e aplicativos de mensagens para vender objetos ilícitos e praticar crimes.

Nos anúncios de veículos, a expressão “feito de tudo” indica carros e motos com elementos de identificação adulterados, como placas trocadas e chassi raspado ou modificado. Uma Chevrolet Tracker Premier 2024, avaliada em cerca de R$ 118 mil, apareceu por R$ 10 mil; um Peugeot 208 Style 2025, que vale R$ 81.571 pela tabela Fipe, foi anunciado por R$ 8,5 mil. Os grupos também oferecem peças, contas para aplicativos de transporte, CRLV-e, atestados médicos, carteiras de identidade, CNHs, receitas médicas e notas fiscais.

O catálogo inclui revólveres, pistolas, fuzis, munições, coletes balísticos, rádios comunicadores, bloqueadores de sinal, celulares, joias, drogas e remédios usados para emagrecimento que exigem prescrição médica. Um fuzil calibre 5.56 apareceu por R$ 55 mil, e um filhote de macaco-prego foi oferecido por R$ 5 mil. A Meta, dona do WhatsApp, afirmou que o aplicativo não permite uso para fins ilegais nem conteúdos que “instiguem ou encorajem condutas que sejam ilícitas ou inadequadas”, e destacou que a criptografia de ponta a ponta impede o acesso ao conteúdo das mensagens.

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J Camposhttp://blogdagrandemarcolandia.com.br
Jota Campos é um nome que se confunde com a história do rádio no sertão pernambucano. Com duas décadas de dedicação, construiu uma trajetória marcada pela paixão pela comunicação. Iniciou sua carreira na tradicional Rádio Grande Serra AM, onde deu os primeiros passos como apresentador. Logo se destacou pela voz firme e pelo carisma que conquistava ouvintes de todas as idades. Na Arari FM, ampliou sua presença, levando informação e entretenimento às comunidades locais. Sua versatilidade permitiu transitar entre programas jornalísticos e musicais com naturalidade. Na Estação Sat, mostrou habilidade em lidar com transmissões modernas e dinâmicas. O público reconhecia nele não apenas um radialista, mas um companheiro diário. Na Arco Íris FM, reforçou sua imagem de comunicador popular e acessível. Sempre atento às demandas da audiência, buscava aproximar o rádio da vida cotidiana. Na Araripina FM, consolidou-se como referência regional. Sua voz tornou-se símbolo de credibilidade e proximidade com o povo. Ao longo dos anos, Jota Campos cultivou uma relação de respeito com colegas e ouvintes. Participou de coberturas importantes, dando voz às notícias que marcaram a região. Também valorizou a cultura local, promovendo artistas e tradições sertanejas. Seu estilo de apresentação mesclava profissionalismo e espontaneidade. Essa combinação fez dele um comunicador querido e respeitado. Duas décadas de rádio representam não apenas experiência, mas legado. Jota Campos é parte viva da memória radiofônica do sertão. Sua história inspira novos comunicadores a seguirem o caminho da paixão pelo rádio.
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