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PF prende operadores financeiros do CV no Brasil e no Suriname e bloqueia meio bilhão

A Polícia Federal realizou, neste fim de semana, uma fase da Operação Red Fox, responsável por prender operadores do Comando Vermelho no Brasil e no Suriname. Foram cumpridos quatro mandados de prisão preventiva. Um deles contra um homem identificado como Arnaldo Ribeiro, segundo o g1, apontado como o responsável por negociar a compra de 10 fuzis AK-47 para o braço da facção que atua na Região Norte brasileira. Ainda de acordo com o g1, ele lidava diretamente com Edgard Alves Andrade, o Doca, um dos chefões do CV no Complexo da Penha, na Zona Norte do Rio, que está foragido. A organização criminosa teve quase meio bilhão de reais bloqueados pela Justiça Federal.

Ribeiro foi localizado numa mansão em Paramaribo, capital do Suriname, onde também foi presa a esposa dele, Denise Mendonça, ainda conforme o g1. Os dois foram extraditados e receberam voz de prisão quando desembarcaram em Belém, no Pará. No Brasil, os policiais federais realizaram duas prisões: uma Rio de Janeiro e outra em Tabatinga, no Amazonas, região de tríplice fronteira com Colômbia e Peru.

O preso na capital carioca seria suspeito de usar contas pessoais e empresariais para pulverizar recursos ilícitos do CV e viabilizar pagamentos a fornecedores. Já o homem localizado em Tabatinga seria responsável por uma empresa utilizada no fluxo financeiro da organização na região amazônica, especialmente em pagamentos vinculados à logística transnacional de drogas e armas.

Além das prisões já cumpridas, seguem em aberto nove mandados de prisão preventiva contra outros investigados e integrantes da organização criminosa, incluindo lideranças da facção que permanecem foragidos.

A operação foi em conjunto com o Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público Federal (MPF). A investigação apura a atuação de núcleos responsáveis pela movimentação, ocultação e dissimulação de recursos ilícitos usados para financiar a compras de armas e de drogas provenientes do exterior para abastecer o CV no Rio e em outros estados.

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J Camposhttp://blogdagrandemarcolandia.com.br
Jota Campos é um nome que se confunde com a história do rádio no sertão pernambucano. Com duas décadas de dedicação, construiu uma trajetória marcada pela paixão pela comunicação. Iniciou sua carreira na tradicional Rádio Grande Serra AM, onde deu os primeiros passos como apresentador. Logo se destacou pela voz firme e pelo carisma que conquistava ouvintes de todas as idades. Na Arari FM, ampliou sua presença, levando informação e entretenimento às comunidades locais. Sua versatilidade permitiu transitar entre programas jornalísticos e musicais com naturalidade. Na Estação Sat, mostrou habilidade em lidar com transmissões modernas e dinâmicas. O público reconhecia nele não apenas um radialista, mas um companheiro diário. Na Arco Íris FM, reforçou sua imagem de comunicador popular e acessível. Sempre atento às demandas da audiência, buscava aproximar o rádio da vida cotidiana. Na Araripina FM, consolidou-se como referência regional. Sua voz tornou-se símbolo de credibilidade e proximidade com o povo. Ao longo dos anos, Jota Campos cultivou uma relação de respeito com colegas e ouvintes. Participou de coberturas importantes, dando voz às notícias que marcaram a região. Também valorizou a cultura local, promovendo artistas e tradições sertanejas. Seu estilo de apresentação mesclava profissionalismo e espontaneidade. Essa combinação fez dele um comunicador querido e respeitado. Duas décadas de rádio representam não apenas experiência, mas legado. Jota Campos é parte viva da memória radiofônica do sertão. Sua história inspira novos comunicadores a seguirem o caminho da paixão pelo rádio.
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