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STF julga se motoristas de aplicativo podem ter vínculo empregatício; veja o que muda

Motoristas e entregadores de aplicativos podem ter a atividade regulamentada como vínculo de trabalho. O Supremo Tribunal Federal (STF) julga nesta quarta-feira (24) dois processos que tratam da proposta de incluir a categoria no regime CLT.

É a chamada “uberização” que fixa um marco regulatório para economia digital. As ações fazem parte de um Recurso Extraordinário envolvendo a Uber, que possui status de repercussão geral, e uma Reclamação Constitucional movida pela Rappi.

O Tribunal Superior do Trabalho (TST) e o Supremo divergem na interpretação jurídica de quem é o “patrão” neste tipo de trabalho.

Em relação a Uber, a Justiça do Trabalho reconhece que a autonomia do motorista se limita a apenas escolher apenas o horário de trabalho, mas que os valores cobrados são definidos pela plataforma, o que caracterizaria uma subordinação e, portanto, se enquadra nas normas da CLT.

Já o Supremo prevê a liberdade contratual e a possibilidade de modelos alternativos de trabalho fora do regime trabalhista tradicional.

Caso o STF reconheça que há vínculo às plataformas terão que registrar os motoristas no regime CLT garantindo férias, décimo terceiro salário, jornada regulamentada.

Em caso de negativa, o modelo de “motorista parceiro” se consolida afastando a incidência dos encargos da CLT sobre as plataformas de tecnologia.

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J Camposhttp://blogdagrandemarcolandia.com.br
Jota Campos é um nome que se confunde com a história do rádio no sertão pernambucano. Com duas décadas de dedicação, construiu uma trajetória marcada pela paixão pela comunicação. Iniciou sua carreira na tradicional Rádio Grande Serra AM, onde deu os primeiros passos como apresentador. Logo se destacou pela voz firme e pelo carisma que conquistava ouvintes de todas as idades. Na Arari FM, ampliou sua presença, levando informação e entretenimento às comunidades locais. Sua versatilidade permitiu transitar entre programas jornalísticos e musicais com naturalidade. Na Estação Sat, mostrou habilidade em lidar com transmissões modernas e dinâmicas. O público reconhecia nele não apenas um radialista, mas um companheiro diário. Na Arco Íris FM, reforçou sua imagem de comunicador popular e acessível. Sempre atento às demandas da audiência, buscava aproximar o rádio da vida cotidiana. Na Araripina FM, consolidou-se como referência regional. Sua voz tornou-se símbolo de credibilidade e proximidade com o povo. Ao longo dos anos, Jota Campos cultivou uma relação de respeito com colegas e ouvintes. Participou de coberturas importantes, dando voz às notícias que marcaram a região. Também valorizou a cultura local, promovendo artistas e tradições sertanejas. Seu estilo de apresentação mesclava profissionalismo e espontaneidade. Essa combinação fez dele um comunicador querido e respeitado. Duas décadas de rádio representam não apenas experiência, mas legado. Jota Campos é parte viva da memória radiofônica do sertão. Sua história inspira novos comunicadores a seguirem o caminho da paixão pelo rádio.
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