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Piauí poderá continuar usando fundo de infraestrutura para quitar dívidas de obras, decide STF

Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu, por unanimidade, manter a validade da Lei Estadual nº 8.557/2024, que autoriza o uso de recursos do Fundo de Desenvolvimento da Infraestrutura Logística do Piauí (FDI) para o pagamento de dívidas decorrentes de empréstimos contratados para financiar obras de infraestrutura.

A decisão foi publicada nesta quarta (17) no Diário Oficial da União. O relator do processo no STF foi o ministro Dias Toffoli. Após analisar o caso, ele concluiu que a alteração promovida pela lei não descaracterizou a finalidade do FDI. Segundo o entendimento do ministro, os recursos continuam vinculados à área de infraestrutura logística, mesmo quando utilizados para quitar dívidas decorrentes de operações de crédito contratadas para financiar obras do setor.

O autor da ação que questionou a constitucionalidade da lei foi o Progressistas. O partido argumentou que a mudança na legislação atual teria ampliado a destinação dos recursos do fundo, permitindo que valores originalmente voltados para investimentos fossem direcionados ao pagamento de financiamentos. A sigla alegava que a medida afrontaria dispositivos da Constituição Federal e do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias (ADCT).

No entanto, o Supremo afastou esta interpretação. De acordo com o ministro Dias Toffoli, a vedação prevista no artigo 136 do ADCT se refere a novas contribuições criadas pelos estados após a reforma tributária para custear fundos de investimento em infraestrutura e habitação, situação que não se aplica ao FDI.

O ministro ressaltou que a contribuição destinada ao fundo piauiense já existia anteriormente e que a alteração legislativa questionada não modificou sua natureza nem sua finalidade essencial.

Outro ponto que o STF destacou diz respeito ao pagamento de empréstimos utilizados para financias obras de infraestrutura que. Segundo a Corte, esse pagamento também integra a política pública de desenvolvimento logístico do estado. Dessa forma, a utilização dos recursos para honrar obrigações financeiras mantém relação direta com os objetivos que justificaram a criação do fundo.

Com a decisão do STF, permanece válida a autorização para que o Governo do Piauí utiliza recursos do FDI tanto na execução de projetos de infraestrutura logística quanto no pagamento de parcelas, juros e demais encargos de operações de créditos contratadas para viabilizar essas obras.

O Fundo de Desenvolvimento da Infraestrutura Logística do Piauí foi criado para financiar ações voltadas à melhoria da infraestrutura logística estadual, incluindo investimentos em rodovias, mobilidade, transporte e outras obras consideradas estratégia para o desenvolvimento econômico do estado.

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J Camposhttp://blogdagrandemarcolandia.com.br
Jota Campos é um nome que se confunde com a história do rádio no sertão pernambucano. Com duas décadas de dedicação, construiu uma trajetória marcada pela paixão pela comunicação. Iniciou sua carreira na tradicional Rádio Grande Serra AM, onde deu os primeiros passos como apresentador. Logo se destacou pela voz firme e pelo carisma que conquistava ouvintes de todas as idades. Na Arari FM, ampliou sua presença, levando informação e entretenimento às comunidades locais. Sua versatilidade permitiu transitar entre programas jornalísticos e musicais com naturalidade. Na Estação Sat, mostrou habilidade em lidar com transmissões modernas e dinâmicas. O público reconhecia nele não apenas um radialista, mas um companheiro diário. Na Arco Íris FM, reforçou sua imagem de comunicador popular e acessível. Sempre atento às demandas da audiência, buscava aproximar o rádio da vida cotidiana. Na Araripina FM, consolidou-se como referência regional. Sua voz tornou-se símbolo de credibilidade e proximidade com o povo. Ao longo dos anos, Jota Campos cultivou uma relação de respeito com colegas e ouvintes. Participou de coberturas importantes, dando voz às notícias que marcaram a região. Também valorizou a cultura local, promovendo artistas e tradições sertanejas. Seu estilo de apresentação mesclava profissionalismo e espontaneidade. Essa combinação fez dele um comunicador querido e respeitado. Duas décadas de rádio representam não apenas experiência, mas legado. Jota Campos é parte viva da memória radiofônica do sertão. Sua história inspira novos comunicadores a seguirem o caminho da paixão pelo rádio.
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