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Após morte de jovem em salto de rope jump, Piauí discute regulamentação de esportes radicais

A morte da jovem Maria Eduarda Rodrigues de Freitas durante um salto de rope jump em Limeira, São Paulo, deverá ter reflexos no Piauí. Isso, porque a Assembleia Legislativa do Estado (Alepi) está discutindo um projeto de lei para estabelecer as diretrizes de segurança para prestação de serviços de turismo de aventura e esportes radicais no Piauí.

O projeto foi protocolado nesta terça (16) pelo deputado estadual Gessivaldo Isaías (MDB) e propõe regulamentar a prática dos esportes radicais desenvolvidos em ambientes naturais ou artificiais que envolvam risco controlado como bungee jump, rope jump, rapel, escalada, tirolesa, rafting e modalidades semelhantes.

A ideia é que os prestadores de serviços de turismo de aventura e esportes na natureza com risco iminente devam observar alguns critérios no exercício de suas atividades. Esses critérios são: as normas técnicas aplicáveis expedidas pelos órgãos competentes, adoção de procedimentos de gerenciamento e mitigação de riscos, manutenção corretiva e preventiva dos equipamentos, utilização de equipamentos adequados e a disponibilização de profissionais com capacitação compatível com a atividade exercida.

O projeto de lei também propõe a adoção de protocolos de atendimento a emergências e resgate, quando exigidos pela natureza da atividade. Caberá aos prestadores de serviço prestar informações claras acerca das características da atividade, orientar o participante sobre a correta utilização dos equipamentos e obter do participante uma declaração de ciência dos riscos inerentes à atividade.

Na justificativa do projeto, o deputado Gessivaldo Isaías citou a morte da jovem Maria Eduarda Rodrigues de Freitas e disse que isso acende um alerta para a necessidade urgente de regulamentação das atividades de turismo de aventura e esportes radicais no Piauí. “A prestação desses serviços configura uma clara relação de consumo e não se pode admitir que a vida de praticantes seja colocada em risco por negligência, imprudência ou falhas de equipamento”, pontuou.

O parlamentar explicou que o projeto não visa proibir ou dificultar a prática, mas sim estabelecer um padrão mínimo de segurança, protegendo vidas e dando segurança jurídica aos próprios empresários do setor. Antes de ser levado a plenário, o texto ainda será analisado pelas comissões da Assembleia.

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J Camposhttp://blogdagrandemarcolandia.com.br
Jota Campos é um nome que se confunde com a história do rádio no sertão pernambucano. Com duas décadas de dedicação, construiu uma trajetória marcada pela paixão pela comunicação. Iniciou sua carreira na tradicional Rádio Grande Serra AM, onde deu os primeiros passos como apresentador. Logo se destacou pela voz firme e pelo carisma que conquistava ouvintes de todas as idades. Na Arari FM, ampliou sua presença, levando informação e entretenimento às comunidades locais. Sua versatilidade permitiu transitar entre programas jornalísticos e musicais com naturalidade. Na Estação Sat, mostrou habilidade em lidar com transmissões modernas e dinâmicas. O público reconhecia nele não apenas um radialista, mas um companheiro diário. Na Arco Íris FM, reforçou sua imagem de comunicador popular e acessível. Sempre atento às demandas da audiência, buscava aproximar o rádio da vida cotidiana. Na Araripina FM, consolidou-se como referência regional. Sua voz tornou-se símbolo de credibilidade e proximidade com o povo. Ao longo dos anos, Jota Campos cultivou uma relação de respeito com colegas e ouvintes. Participou de coberturas importantes, dando voz às notícias que marcaram a região. Também valorizou a cultura local, promovendo artistas e tradições sertanejas. Seu estilo de apresentação mesclava profissionalismo e espontaneidade. Essa combinação fez dele um comunicador querido e respeitado. Duas décadas de rádio representam não apenas experiência, mas legado. Jota Campos é parte viva da memória radiofônica do sertão. Sua história inspira novos comunicadores a seguirem o caminho da paixão pelo rádio.
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