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Número de pessoas em situação de rua cresce no Piauí e passa de 1,7 mil; veja ações de apoio

O número de pessoas em situação de rua no Piauí passou de 1.700 em dezembro de 2025, segundo o Observatório Brasileiro de Políticas Públicas com a População em Situação de Rua, da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).

O monitoramento, feito com base em dados do Cadastro Único para Programas Sociais (CadÚnico), do Ministério do Desenvolvimento Social (MDS), aponta que 1.767 pessoas vivem em situação de rua em 49 dos 224 municípios do estado.

O número é o maior dos últimos anos analisados. Em 2023, eram 1.325 pessoas; em 2024, 1.672. A maior parte da população se concentra em Teresina, com 1.010 pessoas, seguida por Parnaíba, com 198, e Floriano, com 27.

Procurada pelo g1, a Secretaria Municipal de Cidadania, Assistência Social e Políticas Integradas de Teresina não se manifestou até a última atualização desta reportagem.

Em nota, a Prefeitura de Floriano informou que a cidade historicamente recebe pessoas em busca de novas oportunidades de emprego e melhoria de vida. Segundo o município, o aumento no número de pessoas em situação de rua está sendo acompanhado com atenção e é prioridade da agenda assistencial.

“Contudo, a migração sem garantias prévias de trabalho ou moradia tem gerado um impacto social preocupante: o aumento de indivíduos que, por falta de condições de subsistência, acabam em situação de extrema vulnerabilidade e habitando as vias públicas”, diz a nota.

Em nota, a Prefeitura de Parnaíba informou que, por meio da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social e Cidadania (Sedesc), mantém ações voltadas ao atendimento de pessoas em situação de vulnerabilidade.

Em abril de 2026, o Centro de Referência Especializado para População em Situação de Rua (Centro Pop) registrou 220 pessoas atendidas, com predominância de homens entre 18 e 39 anos.

“A gestão municipal ressalta que nem todas as pessoas que frequentam este dispositivo da assistência social, moram nas ruas. Estes usuários utilizam os espaços públicos como meio de sobrevivência durante o dia, contudo, não estão permanentemente nas ruas”, afirmou a nota.

A pesquisa apontou que mais de 50% dos entrevistados tinham entre 40 e 59 anos e 44,4% afirmam ter ensino fundamental incompleto

Sobre a atualização do Cadastro Único para Programas Sociais (CadÚnico), 47,5% dos entrevistados informaram que atualizaram os dados nos últimos 12 meses. Com o cadastro, é possível emitir documentos e acessar benefícios sociais.

O padre João Paulo, coordenador da Pastoral do Povo de Rua, informou que, em maio deste ano, cerca de 25 homens e mulheres vivem atualmente na ONG localizada na Zona Sul de Teresina.

“Eles vem de casas terapêuticas. Nos oferecemos alimentação para cerca de 35 a 40 pessoas que estão em situação de vulnerabilidade que moram na região. Nossa meta é atender diariamente 200 pessoas a partir do 1º de junho com o projeto do direitos humanos”, contou o padre.

O padre João Paulo, coordenador da Pastoral do Povo de Rua, informou que, em maio deste ano, cerca de 25 homens e mulheres vivem atualmente na ONG localizada na Zona Sul de Teresina.

“Eles vem de casas terapêuticas. Nos oferecemos alimentação para cerca de 35 a 40 pessoas que estão em situação de vulnerabilidade que moram na região. Nossa meta é atender diariamente 200 pessoas a partir do 1º de junho com o projeto do direitos humanos”, contou o padre.

“Meu sonho era uma casa, nem que fosse de barro e uma televisão, mesmo que preto e branco”, contou.

O mesmo sonho é compartilhado por Alex de Sousa, que deseja voltar para a família e “dormir em uma cama confortável”.

Ao g1, a Semcaspi informou que o Centro POP funciona de segunda a sexta-feira e oferece diversos serviços.

“De segunda a sexta-feira, das 8h às 17h funciona a equipe do Cadastro Único, atendimento especializado com assistentes sociais e psicólogos, alimentação com café da manhã, almoço e janta e serviço especializado em abordagem social”, Explicou a coordenadora do centro, Luma Pires.

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J Camposhttp://blogdagrandemarcolandia.com.br
Jota Campos é um nome que se confunde com a história do rádio no sertão pernambucano. Com duas décadas de dedicação, construiu uma trajetória marcada pela paixão pela comunicação. Iniciou sua carreira na tradicional Rádio Grande Serra AM, onde deu os primeiros passos como apresentador. Logo se destacou pela voz firme e pelo carisma que conquistava ouvintes de todas as idades. Na Arari FM, ampliou sua presença, levando informação e entretenimento às comunidades locais. Sua versatilidade permitiu transitar entre programas jornalísticos e musicais com naturalidade. Na Estação Sat, mostrou habilidade em lidar com transmissões modernas e dinâmicas. O público reconhecia nele não apenas um radialista, mas um companheiro diário. Na Arco Íris FM, reforçou sua imagem de comunicador popular e acessível. Sempre atento às demandas da audiência, buscava aproximar o rádio da vida cotidiana. Na Araripina FM, consolidou-se como referência regional. Sua voz tornou-se símbolo de credibilidade e proximidade com o povo. Ao longo dos anos, Jota Campos cultivou uma relação de respeito com colegas e ouvintes. Participou de coberturas importantes, dando voz às notícias que marcaram a região. Também valorizou a cultura local, promovendo artistas e tradições sertanejas. Seu estilo de apresentação mesclava profissionalismo e espontaneidade. Essa combinação fez dele um comunicador querido e respeitado. Duas décadas de rádio representam não apenas experiência, mas legado. Jota Campos é parte viva da memória radiofônica do sertão. Sua história inspira novos comunicadores a seguirem o caminho da paixão pelo rádio.
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