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Operação apreende centenas de celulares em presídios estaduais

Mais de 530 celulares foram apreendidos em presídios estaduais pela Operação Mute, entre os dias 18 e 21 deste mês. Os dados da operação foram divulgados na sexta-feira pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública.

Foram vistoriadas 2.600 celas de 49 unidades prisionais, onde estão 65 mil detentos em 23 estados. Os celulares foram encontrados pelos policiais penais em buracos na parede e dentro de colchões, com a ajuda de equipamentos de detecção.

Esta é a primeira Operação Mute dentro do programa Brasil Contra o Crime Organizado. Tanto ela quanto a ‘Modo Avião’ vão acontecer duas vezes por mês para retirar os aparelhos e bloquear o sinal, como explica o secretário nacional de Políticas Penais, André Garcia:

“Queremos impactar em diversos tipos penais, em especial os golpes realizados contra as cidadãs e cidadãos que estão aí, que todo mundo sabe que muitos dessas ligações provenientes de unidades prisionais no Brasil. E nós mapeamos essas unidades, eu queria só deixar esse essa informação para vocês, é o máximo que eu posso falar. Nós mapeamos essas unidades e nós vamos silenciar essas unidades”, diz.

Além do combate aos celulares, o governo quer elevar o padrão de 138 presídios estaduais para segurança máxima. São 23 na região Norte, 45 no Nordeste, 15 no Centro-Oeste, 38 no Sudeste e 17 no Sul. Vão ser doados equipamentos de raio-X, escâneres corporais, georradares para encontrar túneis, entre outros. Dos R$ 324 milhões para isso, R$ 185 milhões já estão contratados, segundo o secretário André Garcia. Outro foco destacado por ele é o fortalecimento das corregedorias para o combate à corrupção.

“É a autonomia e o fortalecimento das corregedorias. Isso é fundamental. Nenhuma corporação muda de uma hora para outra sem que ela possa retirar do seu contexto, do seu dos seus quadros, pessoas que não correspondem aos padrões e valores e princípios que são aqueles que devem nortear aquela instituição”, fala.

Os dados apresentados nesta sexta são parciais. A operação vai continuar até este sábado para alcançar todas as unidades da Federação. O panorama completo deve sair na segunda-feira.

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J Camposhttp://blogdagrandemarcolandia.com.br
Jota Campos é um nome que se confunde com a história do rádio no sertão pernambucano. Com duas décadas de dedicação, construiu uma trajetória marcada pela paixão pela comunicação. Iniciou sua carreira na tradicional Rádio Grande Serra AM, onde deu os primeiros passos como apresentador. Logo se destacou pela voz firme e pelo carisma que conquistava ouvintes de todas as idades. Na Arari FM, ampliou sua presença, levando informação e entretenimento às comunidades locais. Sua versatilidade permitiu transitar entre programas jornalísticos e musicais com naturalidade. Na Estação Sat, mostrou habilidade em lidar com transmissões modernas e dinâmicas. O público reconhecia nele não apenas um radialista, mas um companheiro diário. Na Arco Íris FM, reforçou sua imagem de comunicador popular e acessível. Sempre atento às demandas da audiência, buscava aproximar o rádio da vida cotidiana. Na Araripina FM, consolidou-se como referência regional. Sua voz tornou-se símbolo de credibilidade e proximidade com o povo. Ao longo dos anos, Jota Campos cultivou uma relação de respeito com colegas e ouvintes. Participou de coberturas importantes, dando voz às notícias que marcaram a região. Também valorizou a cultura local, promovendo artistas e tradições sertanejas. Seu estilo de apresentação mesclava profissionalismo e espontaneidade. Essa combinação fez dele um comunicador querido e respeitado. Duas décadas de rádio representam não apenas experiência, mas legado. Jota Campos é parte viva da memória radiofônica do sertão. Sua história inspira novos comunicadores a seguirem o caminho da paixão pelo rádio.
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